Álbum da Rio-2016 é o primeiro olímpico lançado no Brasil | #OALANBRADO

Álbum da Rio-2016 é o primeiro olímpico lançado no Brasil

A festa contagiou muitas pessoas por todo o país. Para os colecionadores de plantão, foram muitos objetos que com certeza serão guardados por muito tempo. Além das lembranças e das quebras de recordes, os souvenirs e artigos relacionados as disputas foram cobiçados por muitos fãs. 

Assim como os álbuns de figurinhas. A Panini, maior editora de colecionáveis do mundo, comercializou para o Brasil, pela primeira vez, o Livro Ilustrado oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.


Lançado em maio, a coleção traz espaço para 374 cromos (sendo 101 especiais). O álbum surpreende e é algo que vale a pena ter. Muitas informações, imagens e detalhes dos esportes e dos esportistas brasileiros que, no Rio, buscam ou já buscaram medalhas. 

Há também uma linha do tempo com os momentos importantes das Olimpíadas. Desde o surgimento até a data do início das Paralimpíadas do Rio de Janeiro.


Mas a publicação não escapou dos erros (tão comum em álbuns de figurinhas). Um deles está logo na capa, com a presença de pivô Anderson Varejão, do basquete. O jogador da NBA se lesionou e ficou de fora da equipe brasileira na Olimpíada.

A jogadora de futebol Marta e o nadador paralímpico Daniel Dias são os outros dois na capa. 

 

Ficha técnica


Livro ilustrado oficial Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™
Formato: 235x330mm
Páginas: 56
Preço do Livro Ilustrado: R$ 6,90 (há uma versão em capa dura. Na Saraiva, é possível encontrar versões a partir de R$ 22,70).
Preço do envelope com 5 cromos: R$ 1,25
Distribuição: Nacional

Cromos: 374 cromos (101 especiais)

Com informações da Editora Panini.

O álbum é inédito para o tema no país. Porém, não é o primeiro na história. Em Londres-2012, a Panini lançou um álbum exclusivo para a Grã-Bretanha, nos mesmos moldes do álbum lançado no Brasil este ano. Outras publicações inéditas estão fazendo parte do cronograma da Panini, como o da Copa do Nordeste e o da Copa do Mundo FIFA de Futebol Feminino.




MEDALHA, MEDALHA, MEDALHA Em dois dias, o Brasil conquistou quatro medalhas olímpicas. No domingo, Diego Hipólito (prata) e Arhur Nory (bronze) deram a dobradinha brasileira na ginástica. Nesta segunda, foram mais duas. Pela manhã, Poliana Okimoto conquistou o bronze na maratona aquática, após desclassificação de concorrente. A tarde, foi a vez de Arthur Zanetti conquistar a prata. O Brasil chega a oitava medalha. Há mais duas garantidas (no boxe e vôlei de prata feminino). Resta saber qual a cor.

VOZ INÉDITA Rio-2016 já está sendo um marco para as mulheres. Na maior emissora do país, uma das medalhas brasileiras foi narrada pela primeira vez por uma mulher. Glenda Kozlowski esteve no comando da transmissão na medalha dupla da ginástica. Voltou a comandar, ao lado de Galvão Bueno, a medalha de Zanetti. Alex Escobar narrou a maratona aquática, com a prova de Poliana Okimoto.

USAIN "BOLT'RI" O maior velocista de todos os tempos está no Rio de Janeiro e fez história. No domingo a noite não deu chances para os rivais e venceu os 100m no Engenhão. É o terceiro ouro olímpico do jamaicano que, após a conquista, brilhou com sua alegria no estádio, encantando a torcida. É um privilégio ser da geração que vê Bolt.



"Em Pequim, caí de bunda. Em Londres, de cara. Hoje, caí de pé"

Diego Hypólito conquista medalha olímpica em seu país. O ginasta brasileiro foi muito criticado por seus desempenhos, mas calou os críticos e comemora sua prata para o país. Parabéns, Diego. :) 

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