Kosovo conquista primeira medalha olímpica; outros 76 países buscam feito | #OALANBRADO

Kosovo conquista primeira medalha olímpica; outros 76 países buscam feito

Chegar ao pódio nas Olimpíadas é uma conquista histórica. O ponto alto da carreira de qualquer atleta. Na Antiguidade, construía-se estátuas aos competidores declarados vencedores, que tinham grande admiração, afinal acreditava que possuíam apreço dos deuses. Eram ofertados maçãs (fruto símbolo da fertilidade) e uma cora com ramos de oliveira (a oliveira era uma árvore símbolo da vitória). 

Na atual Olimpíada, além do reconhecimento e do prestígio, os campeões olímpicos conquistam metal de alto valor. Bronze, prata e ouro dados, respectivamente, ao terceiro, segundo e primeiro lugares das disputas. O Brasil já subiu ao pódio mais de 100 vezes. Os Estados Unidos, por exemplo, maior medalhistas das Olimpíadas no total, somaram ao final da Olimpíada Londres 2012, incríveis 2401 medalhas (976 ouro; 757 pratas; e 668 bronzes). 

Entretanto, dos 206 países que mandaram atletas para Rio 2016, até o início dos Jogos, 77 não haviam jamais subido ao pódio. Este número diminuiu neste domingo (7) com a conquista no Judô da atleta de Kosovo, país que luta pelo reconhecimento, após independência da Sérvia. A ONU, por exemplo, ainda não reconhece. 




Majilinda Kelmendi (de 25 anos) conquistou o ouro no Judô para o país. Ela também foi encarregada de ser a porta-bandeira do país no desfile de abertura na sexta.


No total, 145 países já subiram ao pódio. Importante ressaltar que este número considera nações que já não existem mais. 76 nações nunca conquistaram medalhas. Destes, o site da Rio 2016 destacou oito países (incluindo o já vencedor, Kosovo) que podem se dar bem em Rio 2016: Fiji, Bósnia-Herzegovina, São Cristóvão-Névis, San Marino, Ruanda, Jordânia e Honduras. A curiosidade é a Bolívia, que é o único país sul-americano que nunca subiu ao pódio.

Confira neste especial (página 40), os países que nunca conquistaram uma medalha olímpica. 



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PAÍS DO FUTEBOL No fim de semana futebolístico, as seleções brasileiras passaram por sensações opostas. No sábado, a feminina deu mais um show e goleou a Suécia, no  Rio de Janeiro. Já a masculina, empatou mais uma vez por 0 a 0 e se complicou no grupo. A torcida foi o termômetro para o sentimento com os dois times. No das mulheres, aplausos e muita reverência. No dos homens, vaias e muitas críticas.

ENCANTAMENTO OLÍMPICO Mais um dia de muita emoção na Olimpíada. Destaque para a ginástica feminina que, como a masculina, avançou a fase de classificação e vai em busca da medalha. O time brasileiro fez belíssimas apresentações que emocionaram o público.

VITÓRIAS E DECEPÇÕES Dois grandes nomes do esporte mundial entraram em cena neste domingo. O sérvio Novak Djokovic foi as quadras para a sua estreia no tênis, mas foi derrotado pelo argentino Juan Manuel del Potro (141º do ranking mundial). Por sua vez, o maior de todos, Michael Phelps (EUA) foi às piscinas e conquistou mais um ouro, desta vez no revezamento 4x100m livre.É a 23ª medalha olímpica do americano; a 19ª de ouro.

SITUAÇÃO RUSSA O Comitê Paralímpico Internacional anunciou neste domingo o banimento da Rússia dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro, que serão realizados em setembro. No mês passado, a agência mundial de controle de doping desvendou um esquema no país para uso de doping. O caso acabou com a proibição de esportistas russos do atletismo de virem ao Rio de Janeiro sob bandeira da Rússia.




"A torcida por um lado é bom. Mas as pessoas também precisam entender que se deve fazer um pouco de silêncio na largada."

João Gomes Jr., brasileiro da natação, no sábado. Antes da largada de sua prova, a torcida começou a gritar seu nome. Os narradores do estádio chamaram a atenção do público (para ouvir o sinal de largada é preciso silêncio). O comportamento do público na Olimpíada tem chamado a atenção. Vaias, apoio e muita torcida são destaques nas transmissões.

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