Pular para o conteúdo principal

Profissão: Jornalista Esportivo

Levar a emoção que mexe com milhões de pessoas em todo o mundo com seriedade, serenidade, credibilidade e competência é para poucos. Analisar cada detalhe e ser honesto com o público faz com quê profissionais da imprensa esportiva conquiste o carinho dos torcedores. O papel do jornalista, quando bem feito, resulta em carinho, admiração e respeito. 

E isso vai além das regras dos esportes que conhecemos. É uma combinação de imagens no ângulo certo, escolha de palavras, comentários bem colocados, à crítica que dá voz ao que o torcedor quer falar, à curiosidade pertinente, à pergunta que instiga. Não é fácil emocionar. É difícil fazer os outros se emocionarem. É para poucos. 

Mas trabalhar com aquilo que gostamos nos faz feliz. Os momentos da carreira são lembrados por todo o sempre. E vai além do simples gol. É a defesa. É a ginga. É a inteligência e o detalhe. Isso, vai de cada torcedor, no seu íntimo, o seu momento predileto.

Não importa o meio. A competência é a mesma. TV, rádio, internet, jornal... 

A admiração pelo Deva Pascovicci não é à toa. A sua história mostra o quanto ele foi batalhador. A voz potente do narrador paulista, natural de Monte Aprazível, é reconhecida por qualquer fã de futebol. Principalmente pelo trabalho na rádio CBN. Também já foi da Manchete, SporTV e uma das mais queridas da Fox Sports. 

Ah, Fox... Lugar de tanta gente bacana. Rimos, acompanhamos, nos informamos e nos inspiramos com os nomes e todo o trabalho. Assistimos Juntos. Acompanhamos Juntos. Sofremos Juntos. Torcemos Juntos... Estamos Juntos!

Victorino Chermont (que seus amigos o chamavam de 'Vitu') teve um trabalho intenso. Acompanhou Seleção Brasileira em todo o canto e viu os momentos que o time canarinho passou. E tem um monte de matérias e trabalhos que valem a pena ver e rever. Na equipe, também Paulo Júlio Clement, admirado por qualquer telespectador que o acompanhava. Na mente e nos comentários, sempre dados, estatísticas e fatos históricos que agregavam positivamente a qualquer transmissão.

E como não falar de Mário Sérgio? Polêmico para quem o via e ouvia-o. Admirado e criticado. Mas com uma carreira dentro e fora de campo que sempre despertou atenção. No gramado, campeão por todo lugar que passou. Com os microfones, ácido, mas verdadeiro. O "Vesgo", por seu estilo de jogo, ou o "Rei do Gatilho", sobre um episódio curioso em sua carreira, já era uma das marcas importantes do canal. Para os torcedores, a lembrança dos momentos de glória. Um ídolo para sempre.

Claro. Um grande trabalho depende de grandes pessoas. Grandes profissionais. Para essa turma, o trabalho e ajuda de Lilacio Pereira Jr. (coordenador de transmissões externas) e Rodrigo Santana Gonçalves (repórter cinematográfico). Não é qualquer um que é designado a grandes coberturas. 

Grandes coberturas. Grandes profissionais. Grandes pessoas. Grandes jornalistas, fazendo com quê a profissão valha a pena. Valer a pena. A profissão que mais se aproxima das pessoas.


Na TV, rádio, jornal e internet. A melhor imagem, a melhor reportagem, a melhor narração. A busca pela perfeição. Uma após a outra. É o que buscavam também outros nomes queridos por seu público. 

Citemos também outros tantos competentes profissionais. Profissionais do jornalismo. Os repórteres André Podiacki (do jornal Diário Catarinense), o Douglas Dorneles (da Rádio Chapecó), o Edson Ebeliny (da Rádio Super Condá), o Giovane Klein Victória (da RBS TV), o Guilherme Marques (da TV Globo), Laion Espíndola (também da TV Globo) e o Renan Agnolin (da rádio Oeste Capital).

Os narradores Fernando Doesse Schardong (Rádio Chapecó) e Gelson Galiotto (Rádio Super Condá). O comentarista Jacir Biavatti (da RICTV e Rádio Vang FM). Além do pessoal que trabalhava atrás das câmeras: os cinegrafistas Guilherme Laars (da TV Globo), Djalma Araújo Neto (da RBS TV) e Ari de Araújo Jr (da TV Globo). E o técnico de TV Bruno Mauri da Silva (da RBS TV). 

Fica a todos a nossa lembrança à carreira, ao trabalho e ao carinho de todos estes profissionais, que eram mais do que repórteres, comentaristas, narradores, câmeras e técnicos, mas também pais, amigos e queridíssimos colegas de trabalho.

O jornalista não pode ser notícia (é o que aprendemos na faculdade). O jornalista não pode se emocionar (não é regra, mas...). Mesmo assim, fica a lembrança e a nossa eterna admiração e gratidão. Para pessoas que partiram para grandes coberturas. E estarão para sempre marcados na mente e no coração das pessoas. Por toda a eternidade.


Comentários

Posts mais acessados

Álbum de Figurinhas da Euro 2016 é lançado pela Panini

A poucos meses do início de mais um campeonato europeu de seleções, a Panini, em parceria com a UEFA, lança o álbum oficial da competição. A coleção traz todos os detalhes do torneio que será disputado na França e conta com todas as equipes participantes. São 680 figurinhas, distribuídas pelas 96 páginas, que contam história da competição, dos estádios e das 24 seleções participantes.

A Panini é a líder mundial de produtos colecionáveis. Criada na Itália, a editora chega a muitos países sendo a responsável, inclusive, pelas principais coleções esportivas, como Copa do Mundo e torneios FIFA, Olimpíadas, e campeonatos nacionais, como o Brasileirão, além das revistas oficiais de clubes. A Euro 2016 será a décima a ter álbum lançado pela Panini.



Em relação as últimas coleções, a de 2016 chega com algumas novidades. A primeira e mais evidente é a de número de participantes, que será disputada com 24 equipes (até a última edição, o número era 16). São dedicadas duas páginas inteiras para c…

Fruto da mercantilização dos Jogos, mascotes são destaques

Uma Olimpíada é marcada por muitos símbolos. Desde que os Jogos conquistaram grande visibilidade mundial, foram instituídos algumas características em cada edição para justamente haver uma identificação única de cada disputa.
Nas Olimpíadas, as mascotes são marcas registradas das edições. Adotada pela primeira vez em uma competição de Inverno (em Grenoble, na França, em 1968). Nos Jogos de Verão, o primeiro foi em 1972, nos Jogos de Munique. Em Copas do Mundo, o primeiro foi em 1966. na Inglaterra.
A mascote mais lembrada das Olimpíadas, sem dúvida alguma, é o ursinho Mischa, que representou os Jogos de 1980, nas disputas em Moscou. Na cerimônia de encerramento, a imagem formada pelo público nas arquibancadas derramou uma lágrima da mascote, emocionando a todos e sendo marcada para sempre.  
Para 2016, a mascote dos Jogos Olímpicos é Vinícius, que homenageia um dos grandes nomes brasileiros de todos os tempos, que é Vinícius de Moraes.  A mascote é inspirada na fauna brasileira. 


Há…

7 Livros sobre Futebol no Google Play (4 deles, de graça!)

A tecnologia como parte da nossa vida é uma realidade. Mudamos nossos hábitos e adquirimos novos costumes. O principal deles referente aos nossos hobbies, como, por exemplo, ler. Há quem ainda prefira (e me incluo entre eles) ter o livro físico e guardá-lo como um troféu na estante (tenho alguns bem legais aqui), mas é bem verdade que os ebooks são bem mais práticos e, em alguns casos, seus preços saem mais em conta.
As melhores frases do esporte — #OAlanbrado
Para quem ainda não conhece os livros digitais (ou não teve a oportunidade de encontrar algo legal para ler), #OAlanbrado reúne uma seleção de livros baratos — e alguns de graça — sobre futebol que são extremamente interessantes e que podem ser encontrados no Google Play. Claro, existem muitos outros livros (e em outras lojas virtuais), mas é bom para, pelo menos, começar a leitura por estes bons títulos.


A COPA COMO ELA É: A HISTÓRIA DE DEZ ANOS DE PREPARAÇÃO PARA A COPA DE 2014
Correspondente internacional, Jamil Chade é um do…