29 Junho 2026

O técnico do Brasil, Ancelotti, rejeitou com raiva o anúncio japonês


Jogos mentais antes de bater?

O técnico do Brasil, Ancelotti, rejeitou com raiva o anúncio japonês

No confronto entre Japão e Brasil, um dos times favoritos está ameaçado de saída precoce. Punições definitivas do representante do Wolfsburg ao técnico do Brasil, Carlo Ancelotti.

Os jogadores de futebol japoneses muitas vezes não são conhecidos por serem muito corajosos ou intimidadores. Talvez os comentários do japonês Kento Shiogai, do VfL Wolfsburg, tenham causado alvoroço porque, acima de tudo, demonstraram confiança em si mesmo. Aos olhos e ouvidos do brasileiro, a humildade pode não ser suficiente diante do gigante de Copacabana.

Anúncios como o “UOL Brasil” citam entrevista de Shiogai à agência de notícias japonesa Kyodo News. E parecia que ele estava falando sobre um gigante do futebol caído.

O Brasil é um adversário que pode ser derrotado e não é mais o Brasil “da primeira vez”, disse. É por isso que o Japão deve dominar o jogo desde o início. Ele também vê a França e a Argentina como mais fortes do que os seus próximos adversários, que considera fortes.

No geral, são poucos os explosivos, mas abalam a autoestima do país do futebol brasileiro, que muitas vezes se vê como grande favorito para a Copa do Mundo. A maioria dos especialistas concorda que a França e a Argentina são superiores. Isso se deve à fraqueza do Brasil na Copa do Mundo. No torneio em si, a equipe teve um bom desempenho.

Ancelotti enfrentou os comentários

De qualquer forma, as palavras de Shiogai viajaram pelo mundo. Até Houston/Texas para a coletiva de imprensa do técnico da seleção Carlo Ancelotti. O treinador descreveu os comentários do jogador do Wolfsburg como “jogos mentais”. Ele nem queria ir para lá, disse o italiano.

“Não farei mais o que os outros dizem. Concentramo-nos no jogo, na força do inimigo e na preparação para evitar problemas”, disse Ancelotti. “É disso que se trata a preparação para o jogo. Não jogamos o que chamam de ‘jogos mentais’ na Inglaterra. Não nos envolvemos nisso.”

Kento Shiogai joga pelo VfL Wolfsburg no Mittellandkanal desde o início do ano. Até agora, ele marcou um gol em doze partidas. Isso foi o suficiente para ser selecionado para a Copa do Mundo. Ele também é representante da seleção japonesa. Até o momento nesta rodada da Copa do Mundo foram seis minutos, que o técnico Hajime Moriyasu lhe concedeu no início contra a Holanda. Contra a Tunísia e a Suécia ficou no banco por 90 minutos com x.

Agora espere pela noite de segunda-feira (19h/ZDF, Magenta e ntv.de live ticker) é o jogo entre duas equipes invictas. O Samurai Azul está invicto há dez jogos consecutivos. O Brasil empatou em 1 a 1 com o Marrocos na fase de grupos e venceu o Haiti (3 a 0) e a Escócia (3 a 0). O Japão venceu a Tunísia por gols (4:0) e lutou por dois gols contra a Holanda (2:2) e a Suécia (1:1).

O Brasil foi avisado

O Japão está invicto desde a derrota por 2 a 0 para os Estados Unidos em setembro de 2025. O Brasil, em particular, foi avisado. A Seleção perdeu uma partida-teste no outono de 2025 por 2: 3, apesar de estar 2-0. “Foi uma boa experiência para nós ver a força do Japão”, disse Ancelotti, relembrando a amizade. O Brasil deveria “abordar isso como uma decisão. Porque é”.

Depois tem a questão do Neymar. Contra a Escócia, o herói nacional comemorou o retorno a campo após um longo intervalo por lesão – de 15 minutos. Neymar será maior contra o Japão?

Os espectadores ficaram desapontados quando Neymar foi substituído

Ancelotti foi vago nos comentários sobre o jogador nacional. “Neymar progrediu muito bem. Acho que melhorou ainda mais na última semana”, disse Ancelotti. “Ele pode jogar mais de 15 minutos, está em boas condições, mas depende muito de como o jogo será disputado e de como as coisas evoluirão amanhã”.

A história fala por Neymar. Ele marcou nove vezes contra o Japão. Em termos de golos, este é um dos seus adversários preferidos. Mas esse é o Neymar de antes, disse Shiogai. Agora você está no controle. Isso também não foi bem recebido no Brasil.

O professor Hajime Moriyasu também mostra a autoconfiança dos japoneses. “A Copa do Mundo começou agora, queremos desafiá-los e vencer”, disse o técnico japonês.

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