6 Julho 2026

ANÁLISE. Copa do Mundo – França x Paraguai: pênalti foi suficiente para os Blues escaparem da armadilha sul-americana e enfrentarem o Marrocos na próxima quinta-feira, em Boston


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Supere a barreira paraguaia. Antes do início, tínhamos uma ideia de como seria o jogo; finalmente, obtivemos a aprovação. Sábado, 4 de julho, na Filadélfia, eles passarão pela França e enfrentarão os marroquinos nas quartas de final na próxima semana.

Nós sabíamos, não ficamos desapontados. O sul-americano é uma pessoa traiçoeira, muitas vezes comete erros, mas está do lado certo da situação jurídica mencionada – ouvir o árbitro levar o apito à boca sem soprar. O pé puxa na medida certa (em Barcola, na linha de lançamento, 13), a partida é boa (em Koné, círculo central, 18), o puxão não é apitado (em Rabiot, quando a bola cai na área de Albirroja, 24).

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Existe algum sinal que pode ser punido, inclusive a administração: A cotovelada de Galarza no peito de Mbappé fora da ação do jogo (38)! Sim, a circulação deve ser livre, até 35m, e é definitivamente um aviso. Olá, VAR?

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Resumindo, tudo isso indica que não há muitos relatos do primeiro tempo onde finalmente conseguimos o jogo que esperávamos: um bloco da seleção paraguaia em 5-4-1 em suas bases, que espera a seleção francesa no auge dos seus 40m. É uma briga, em suma. Com os sul-americanos esperando injetar EdF no contra-ataque ou no set, gaste tempo em cada placar e tente abrir – não tenhamos medo das palavras – o time de Kylian Mbappé.
Sua vitória exige o contrário: conduzir o jogo e, acima de tudo, não ficar com raiva. Ou, mais precisamente: acalme seu coração. Mesmo a 37°C não é fácil, normal.

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Vamos lá, do nosso caderno, ainda teremos duas situações tricolores em meia hora: cruzamento de Dembélé que a cabeça de Mbappé errou por um fio (31), jogada pela esquerda de Koundé até sinal do zagueiro Gill (36).

Que gesto de Maignan!

Quando recomeçamos, tudo fica feliz – finalmente: temos o direito de abrir o tour assinado… Mike Maignan com uma clara queda de perna no ar a bola pegou após um toque longo Paraguaio (51º); cansado, o capitão vai dormir no braço dele… Depois foi o chute de Manu Koné por baixo da trave, onde Orlando Gill bateu o escanteio (54º).

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Os Blues estão claramente em ascensão. Está na hora, já jogamos a hora do jogo…

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O que não impede que os fantasmas de 1998 reapareçam. Está na 16ª rodada da Copa do Mundo; está no calor do momento: Bollaert neste caso. O paraguaio deste goleiro do Diabo, José Luis Chilavert, só fará prorrogação, aos 114.e minuto certo, num meio voleio imparável do “Presidente” Laurent Blanc, colocado em rotação por Trezeguet. Um gol que vale ouro: naturalmente esse é o seu nome já que o jogo vai terminar, obedecendo à regra do mesmo nome. Historicamente.

Désiré Doué, a provocadora

Voltemos ao nosso assunto e às grandes intenções manifestadas pelos franceses. A terceira atuação será boa: recém-lançado na guerra (não é um eufemismo), no revezamento do aviso de Barcola, Désiré Doué slalom nos 16m50 da Albirroja e pisou na perna e ao mesmo tempo recebeu uma bengala do próprio Diego Gomez. A ação continua até a próxima parada onde o árbitro uzbeque é acionado pelo VAR; Ilgiz Tantashev linka as principais fotos da web e parabeniza a banda pelo maior castigo: o castigo. Os Blues vão demorar para chutar (e virar bem com o pé esquerdo), já que Velázquez, por exemplo, vai tentar estragar os 11m pontos! Embora seus companheiros cerquem os atacantes franceses e o goleiro Gill fique a 1m do chute de Kylian Mbappé (0-1, 69º) …

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Agora, a parte mais difícil está feita. E o sucesso surgirá sem medo no último quarto de hora que certamente será caótico. Menos brio do que os primeiros quatro jogos, esta vitória dos Blues mas, aconteça o que acontecer, o principal está noutro lado: continuar a traçar o seu caminho.

O documento especial.
INFOGRÁFICO – DSAS



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