O retorno de Carlos Alcaraz é posto em dúvida à medida que os rumores circulam
Carlos Alcaraz é uma ausência notável em Wimbledon e crescem os temores de que ele também possa perder o Grand Slam de final de ano no Aberto dos Estados Unidos.
Alcaraz esteve no Aberto dos Estados Unidos do ano passado, completando sua série de títulos importantes e entrando no ranking dos grandes nomes do tênis masculino, mas está fora de ação desde que machucou o pulso ao jogar no Aberto de Barcelona, em abril.
A rapidez de sua decisão de se retirar do Aberto da França e de Wimbledon indicou a gravidade da lesão e embora tenha havido poucas atualizações de sua equipe nas últimas semanas.
Imagens de vídeo de Alcaraz batendo a bola com calma surgiram na semana passada, enquanto ele tentava voltar à quadra, mas faltando apenas oito semanas para o início do Aberto dos Estados Unidos, o espanhol está em uma corrida contra o tempo para entrar em forma.
Se Alcaraz jogasse um dos eventos ATP 1000 no Canadá ou em Cincinnati para testar sua condição física, o tempo para retornar diminuiria novamente.
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Agora correm rumores de que Alcaraz pode nem tentar voltar para defender o título do Aberto dos Estados Unidos, pois pode esperar até o final do ano, quando seu pulso deverá estar totalmente curado.
Nenhuma confirmação foi feita sobre a natureza da lesão, mas isso não é surpreendente para um tenista que deseja ter certeza de que seus oponentes não estão totalmente conscientes de seus problemas físicos.
Embora os rumores sugiram que Alcaraz pode não voltar a tempo de jogar em Nova York, esperamos ver mais imagens dele em ação na quadra enquanto nos preparamos para seu retorno no próximo mês.
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Alcaraz falou da sua emoção por regressar ao desporto, ao sugerir que a lesão sofrida fazia parte do caminho que o seu destino desportivo lhe definiu.
“Tudo acontece por um motivo. Acredito que é o destino e que a vida tem algo especial para mim quando eu voltar, algo lindo”, disse ele.
“Agora entendo que o mais importante é a minha família, que sempre esteve lá para me apoiar; nunca me obrigou a jogar ténis, mas sempre me deu a escolha e isso ajudou-me a gostar e a não sentir pressão.”
A presença de Alcaraz fez falta em Wimbledon este ano, com o bicampeão deixando uma grande lacuna no sorteio masculino na sua ausência.
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