1.022 bebês entre 21.500 crianças mortas durante o genocídio de 1.000 dias em Gaza
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Um bebê, que sofreu ferimentos graves depois que dois foguetes israelenses atingiram uma tenda em Al-Mawasi, Khan Yunis, recebe tratamento no Hospital Nasser em Khan Younis, Gaza, Palestina, em 5 de junho de 2026. Foto/Khalil Ramzi Alkahlut/Agência Anadolu
As organizações internacionais continuam a alertar para o agravamento da crise humanitária e para um número crescente de vítimas civis.
Segundo dados divulgados pelo gabinete, o número total de palestinos mortos aumentou para 73.066, enquanto outros 173.514 ficaram feridos, incluindo mais de 44.500 crianças.
Cerca de 9.500 palestinos ainda estão desaparecidos e acredita-se que estejam presos sob os escombros de edifícios destruídos.
O gabinete afirmou ainda que mais de 90% dos edifícios em toda a Faixa de Gaza foram danificados ou destruídos, enquanto cerca de 80% do território está agora sob controlo israelita, segundo dados oficiais.
Separadamente, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) disse que mais de 11 mil crianças sofreram lesões descritas como “que mudaram a vida”, incluindo até 4 mil casos de amputação de membros, muitos dos quais foram realizados sob condições médicas extremamente difíceis.
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(ela)