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É possível nadar no Spree em Berlim, no Sena em Paris ou no Meuse na Holanda, pois estes cursos de água são considerados seguros para banho.
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A legislação europeia em matéria de águas determina se a qualidade das águas balneares é classificada como excelente, boa, suficiente ou insuficiente, com base no nível de bactérias fecais e poluentes.
O último relatório da Agência Europeia do Ambiente (2026) sobre águas balneares indica que apenas 1,5% das zonas balneares na Europa estavam em más condições em 2025. 88% das águas costeiras foram classificadas como excelentes, em comparação com 78% dos lagos e rios. A Áustria, a Bulgária, Chipre e a Grécia têm águas balneares da melhor qualidade, com mais de 95% classificadas como excelentes.
A Diretiva Águas Balneares protege os cidadãos dos riscos para a saúde, monitorizando a presença de bactérias fecais, como a Escherichia coli e os enterococos intestinais, nas zonas balneares europeias.
Exige que os Estados-Membros monitorizem, avaliem e apresentem relatórios sobre a qualidade das águas balneares, utilizando pelo menos quatro amostras por local e por estação para testar a presença de bactérias. Os governos nacionais devem também informar activamente os cidadãos sobre a qualidade das águas balneares e as potenciais ameaças.
A diretiva faz parte de um quadro mais amplo da legislação da UE em matéria de água que protege os recursos hídricos em geral, incluindo a Diretiva-Quadro da Água, a Diretiva Águas Subterrâneas e a Diretiva Normas de Qualidade Ambiental.
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